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04/05/20

Quem amešou a democracia foi este

Acho impressionante alguém acusar Bolsonaro de ter "sonhos autoritários". Até aqui ele tem sido muito mais democrático do que Lula, por exemplo, jamais foi. O atual presidente não criou uma só lei ou decreto que atente contra a democracia ou a liberdade de imprensa, mesmo atacado 24h por dia pelos grandes veículos.

São os mesmos veículos (Folha de SP e seu instituto Datafolha, UOL, Globo, Estadão) que ganhavam milhões de reais por mês para diluir os crimes do governo e elogiar suas medidas. Esses veículos chegaram a ignorar atentados claros de Lula contra a liberdade da imprensa, ou seja, sua própria liberdade.

Lula tentou emplacar uma lei criando um órgão para controlar a imprensa, com poder para impedir o jornalista de trabalhar se ele "ofendesse" órgãos do governo, partidos políticos ou políticos. A definição dessa "ofensa" seria dada por um sindicato que é comandado pela esquerda há mais de 40 anos.

Criou conselhos aparelhados para controlar os ministérios quando não estivesse mais no poder, formado por gente de facções como MST, o braço sindical do PT (CUT) e similares. Bolsonaro teve que enfrentar raios e trovões para acabar com essa interferência absurda no Executivo.

Lula queria expulsar um jornalista do país porque não gostou do que ele escreveu (e ele apenas noticiou o que o país inteiro sempre soube, que o petista bebe muito). Só mandava verba de mídia para veículos que o elogiassem ou ignorassem seus crimes.

Bancou com dinheiro público um bando de blogueiros para atacar a oposição. Fazia "coletivas" só com blogs aliados. Dava entrevistas exclusivas só aos veículos submissos a ele. As facções ligadas ao PT e a Lula, como o MST e Via Campesina, praticaram atos violentos sem ser punidos. Chegaram a invadir e depredar o Congresso Nacional.

Os veículos que hoje vêem "atentado contra a democracia" em atos de Bolsonaro ou de seus apoiadores são os mesmos que ignoraram os ataques violentos e a invasão do Congresso, nunca criticaram nem cobraram punição para os marginais que praticaram esses atos.

Se limitavam a dar espaço para esses marginais dizerem que os atos eram "pacíficos", que eram "protestos legítimos" e outras baboseitas que fazem parte da cartilha de discursos da esquerda. Globo, Folha, UOL, Estadão trataram a invasão do Legislativo do país como coisa trivial e normal.

Hoje atuam, diariamente, visando desgastar, sabotar e destituir um presidente eleito por nós, brasileiros, para viabilizar a volta de um presidiário. Se existe um atentado à liberdade de imprensa, vem desta facção da imprensa que não se conforma com a escolha dos eleitores.

Ao transformar intrigas e fofocas em notícia, ao entortar fatos para caber no seu projeto de destituição do presidente, ao ignorar o que realmente importa para o país, ao colocar futricas políticas acima de temas como saúde e educação, ao não cumprir sua função social, este veículos ameaçam a imagem da midia junto à sociedade.

Ameaçando esta imagem, fazem com que muita gente passe a ver a mídia em geral como algo tendencioso e, por isso, descartável. Passe a não enxergar importância suficiente para que ela seja protegida. A partir daí, o perigo para jornalistas e veículos de imprensa se tornará generalizado.

Bolsonaro não ameaça a impresa. A parte militante da imprensa ameaça a imprensa.

Posted by at 3:23 PM
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